{"id":520,"date":"2023-05-21T22:36:13","date_gmt":"2023-05-21T22:36:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2023\/?post_type=portfolio&#038;p=520"},"modified":"2023-05-24T18:27:21","modified_gmt":"2023-05-24T18:27:21","slug":"apresentacao","status":"publish","type":"portfolio","link":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2023\/textos\/apresentacao\/","title":{"rendered":"H\u00e1 algo de novo nas psicoses&#8230; ainda"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column column_width_percent=&#8221;100&#8243; gutter_size=&#8221;0&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;984329&#8243;][vc_row_inner row_inner_height_percent=&#8221;0&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; equal_height=&#8221;yes&#8221; gutter_size=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;499325&#8243;][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; position_vertical=&#8221;middle&#8221; align_horizontal=&#8221;align_right&#8221; gutter_size=&#8221;2&#8243; override_padding=&#8221;yes&#8221; column_padding=&#8221;1&#8243; style=&#8221;dark&#8221; back_color=&#8221;color-523823&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/6&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;894074&#8243; back_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1683086611195{padding-left: 10px !important;}&#8221;][vc_single_image media=&#8221;103&#8243; media_width_percent=&#8221;50&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;182244&#8243;][\/vc_column_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; position_horizontal=&#8221;left&#8221; gutter_size=&#8221;2&#8243; back_color=&#8221;color-523823&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;5\/6&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;162471&#8243; back_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;][vc_custom_heading text_color=&#8221;color-xsdn&#8221; heading_semantic=&#8221;h1&#8243; text_font=&#8221;font-183904&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;122747&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]Texto de orienta\u00e7\u00e3o[\/vc_custom_heading][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/1&#8243;][vc_custom_heading text_color=&#8221;color-190355&#8243; text_font=&#8221;font-183904&#8243; text_weight=&#8221;500&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;622441&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]H\u00e1 algo de novo nas psicoses&#8230; ainda[\/vc_custom_heading][vc_custom_heading auto_text=&#8221;excerpt&#8221; text_color=&#8221;color-190355&#8243; heading_semantic=&#8221;h3&#8243; text_font=&#8221;font-183904&#8243; text_size=&#8221;h4&#8243; text_weight=&#8221;600&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;120751&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]This is a custom heading element.[\/vc_custom_heading][vc_separator sep_color=&#8221;color-205642&#8243; el_width=&#8221;100px&#8221; el_height=&#8221;4px&#8221;][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;487080&#8243;]O t\u00edtulo da 26\u00aa Jornada da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise \u2013 Se\u00e7\u00e3o Minas Gerais, nos remete imediatamente \u00e0 Jornada da EBP-MG ocorrida em 1999, que teve como t\u00edtulo <em>H\u00e1 algo de novo nas psicoses<\/em>. Naquele momento, sob as resson\u00e2ncias do Concili\u00e1bulo de Angers (1996), da Conversa\u00e7\u00e3o de Arcachon (1997) e da Conven\u00e7\u00e3o de Antibes (1998), viv\u00edamos um relan\u00e7amento da cl\u00ednica psicanal\u00edtica a partir do que Jacques-Alain Miller p\u00f4de nomear como \u201cpsicoses ordin\u00e1rias\u201d, discuss\u00e3o que produziu efeitos diretos na vida da EBP-MG, ampliando sua inser\u00e7\u00e3o na cidade.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o primeira a se colocar ent\u00e3o \u00e9 o que faz com que esse tema, surgido de forma t\u00e3o pungente ao final do s\u00e9culo passado, seja retomado agora. Ou seja, podemos extrair algo de novo, ao nos determos sobre as psicoses nesse in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, que orientaria a cl\u00ednica psicanal\u00edtica em seus desafios atuais?<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo Congresso da Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise, previsto para acontecer em 2024, ter\u00e1 como t\u00edtulo <em>Todo mundo \u00e9 louco.<\/em> Esse aforisma, pronunciado por Lacan em 1978, nos serviria como ponto de partida para interrogar o lugar da psicose no mundo contempor\u00e2neo diante da loucura universal e generalizada.<\/p>\n<p>Parece-me ser tamb\u00e9m essa a dire\u00e7\u00e3o dada por S\u00e9rgio Laia ao propor para a Jornada deste ano retomar o t\u00edtulo da Jornada de 1999, por\u00e9m acrescido agora do adv\u00e9rbio ainda. Num texto que ser\u00e1 publicado na <em>Curinga<\/em> n. 55 e que j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel no site da 26\u00aa Jornada, S\u00e9rgio observa que constatamos em nossa pr\u00e1tica cl\u00ednica, tanto nos consult\u00f3rios como nas institui\u00e7\u00f5es, a presen\u00e7a cada vez mais significativa de casos de psicose. Mais al\u00e9m tamb\u00e9m da cl\u00ednica, constatamos tamb\u00e9m \u201cmanifesta\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-coletivas de ordenamentos extremistas e contr\u00e1rios \u00e0 diversidade\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> que surgem como indicativos da loucura que se propaga profusamente em nossos dias. Essa profus\u00e3o atual das psicoses, nos diz o diretor da EBP-MG, n\u00e3o seria, por\u00e9m, incompat\u00edvel com sua dilui\u00e7\u00e3o. Ou seja, as psicoses, \u201cao se proliferarem nas formas do comum, do ordin\u00e1rio e da ordem do dia \u2013 se \u2018normalizariam\u2019 e passariam at\u00e9 como se nem psicoses fossem\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u201cLoucos normais\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Seguindo nessa dire\u00e7\u00e3o, encontramos no texto \u201cLi\u00e7\u00f5es sobre a apresenta\u00e7\u00e3o de doentes\u201d o relato de Jacques-Alain Miller sobre o que ele p\u00f4de extrair do ensino de Lacan em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s no\u00e7\u00f5es de loucura e norma. Segundo Miller, nas apresenta\u00e7\u00f5es que realizava no Hospital Sainte-Anne, Lacan costumava entrevistar \u201cpessoas normais\u201d, ou seja, pacientes que n\u00e3o apresentavam grandes del\u00edrios ou mesmo fen\u00f4menos elementares extraordin\u00e1rios, como as alucina\u00e7\u00f5es verbais. Por\u00e9m, essa pretensa normalidade, que se equivaleria ao ordin\u00e1rio e faria com que esses sujeitos se dilu\u00edssem na cena do mundo, seria marcada por uma cont\u00ednua flutua\u00e7\u00e3o e inconsist\u00eancia vital.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o de pacientes realizada em abril de 1976 ilustra bem tal flutua\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o sujeito ali em jogo se incluiria, conforme diz Miller, evocando Lacan, \u201centre o n\u00famero desses loucos normais que constituem o nosso ambiente\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p>Senhorita Boyer conta, ent\u00e3o, a Lacan que gostaria de ter um lugar na sociedade e na vida ao dizer:<\/p>\n<p>Estou em busca de um lugar para mim. N\u00e3o acho esse lugar porque n\u00e3o tenho lugar [&#8230;] eu havia me identificado com uma pessoa que n\u00e3o se parece comigo [&#8230;] eu tinha seis, sete anos. \u00c9ramos um grupo de menininhas. Eu havia notado que ela era loira, muito mais bonita que as outras. Frequentemente eu a penteava. [&#8230;] parecia que \u00e9ramos parecidas. Parecia, mas certamente ela n\u00e3o era parecida comigo. O que eu buscava na minha ideia era parecer com algu\u00e9m. \u00c9 a condi\u00e7\u00e3o de vida. Eu n\u00e3o tenho vida, eu tiro a vida do outro, \u00e9 isso que busco.<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a><\/p>\n<p>Mais adiante, Senhorita Boyer revela que gostaria de viver suspensa como um vestido pendurado no varal e acrescenta: \u201ceu sou um pouco um teatro de marionetes [&#8230;] eu represento a vida de todos os dias, o corpete que a gente engoma [&#8230;] eu sempre procurava encontrar um lugar [&#8230;] N\u00e3o sei onde estou, estou em todos os lugares\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>.<\/p>\n<p>Terminada a entrevista, Lacan \u00e9 contundente ao dizer que aquela mulher n\u00e3o tinha a menor ideia do corpo que ela teria que colocar sob o vestido, pois n\u00e3o havia ali ningu\u00e9m para vestir a roupa e que, portanto, esse sujeito ilustrava bem o que ele chamava de semblante.<\/p>\n<p>Miller, ao desdobrar esse coment\u00e1rio de Lacan, localiza a posi\u00e7\u00e3o de puro semblante desse sujeito no fato de que ali as identifica\u00e7\u00f5es n\u00e3o se precipitavam num ego, pois n\u00e3o haviaria um cristalizador que pudesse captar a imagem no espelho. Ter\u00edamos, assim, com esse imagin\u00e1rio desvairado, pois sem ego, um corpo sem consist\u00eancia e, portanto, sem objeto <em>a<\/em> que preenchesse os par\u00eantesis. Miller propor\u00e1 escrever esse desfuncionamento na rela\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3prio corpo com o matema i(\u00a0 ).<\/p>\n<p>No \u00faltimo cap\u00edtulo do <em>Semin\u00e1rio 23<\/em>, intitulado \u201cA escrita do ego\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>, Lacan definir\u00e1 a psicologia como n\u00e3o sendo outra coisa que a imagem confusa que temos do nosso pr\u00f3prio corpo. Ou seja, o falasser tem uma rela\u00e7\u00e3o corporal sempre confusa, pois essa rela\u00e7\u00e3o se sustentaria pela imagem, mas por uma imagem afetada por pontos opacos inscritos nesse corpo.<\/p>\n<p>Seriam, portanto, esses pontos obscuros que tornam a rela\u00e7\u00e3o com o corpo sempre como estrangeiro, o que acaba oferecendo suporte para a imagem corporal, permitindo assim que o falasser tenha uma ideia de si como um corpo.<\/p>\n<p>Essa \u201cuma ideia de si como um corpo\u201d cumpriria a fun\u00e7\u00e3o de se cristalizar como ego. E como nos diz Lacan, \u201cse o ego \u00e9 dito narc\u00edsico \u00e9 porque, em certo n\u00edvel, h\u00e1 alguma coisa que suporta o corpo como imagem\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>.<\/p>\n<p>Tentemos aqui desdobrar um pouco mais as v\u00e1rias no\u00e7\u00f5es em jogo nessa passagem do <em>Semin\u00e1rio 23<\/em>, proferida, inclusive, um m\u00eas ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da paciente\u00a0 Boyer.<\/p>\n<p>Temos, ent\u00e3o, ali a dimens\u00e3o narc\u00edsica do ego que remeteria ao amor-pr\u00f3prio e \u00e0 adora\u00e7\u00e3o do falasser ao seu corpo. Amor esse prim\u00e1rio e anterior ao Outro do significante. Por\u00e9m, para que esse amor \u00e0 imagem corporal se cristalize num ego, essa imagem precisa se sustentar no que a afeta como gozo do Um, efeito de lal\u00edngua sobre o corpo.<\/p>\n<p>O objeto <em>a<\/em>, essa singular inven\u00e7\u00e3o lacaniana, seria o que desse gozo do Um se circunscreve como um elemento e que vir\u00e1 dar uma sustenta\u00e7\u00e3o real \u00e0 imagem corporal. Sem essa sustenta\u00e7\u00e3o do objeto <em>a<\/em>, temos no caso da Senhorita Boyer uma cont\u00ednua flutua\u00e7\u00e3o de um vestido sem corpo, portanto, um puro semblante.<\/p>\n<p>Vemos, assim, como com Lacan a consist\u00eancia corporal ganha uma distin\u00e7\u00e3o n\u00edtida de uma suposta consist\u00eancia biol\u00f3gica para se instalar numa dimens\u00e3o mental: a ideia de si como um corpo.<\/p>\n<p>A li\u00e7\u00e3o que no final das contas extra\u00edmos da apresenta\u00e7\u00e3o de pacientes realizada por Lacan e dos coment\u00e1rios de Miller \u00e9 de que todo ser falante n\u00e3o escapa da afeta\u00e7\u00e3o de gozo em seu corpo gerada por lal\u00edngua e que, portanto, sua rela\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3prio corpo \u00e9 sempre mediada pelo mental.<\/p>\n<p>Como entender, ent\u00e3o, o que Lacan chama de doen\u00e7a da mentalidade, j\u00e1 que \u00e9 assim que ele nomeia o que estaria em jogo para Senhorita Boyer? Pois, apesar de Lacan n\u00e3o considerar tal doen\u00e7a como s\u00e9ria e por acabar se referindo a ela como vindo se somar aos v\u00e1rios loucos que comp\u00f5em o nosso ambiente, Miller destacar\u00e1 que o que estaria ali presente seria o fato de esses sujeitos n\u00e3o levarem a palavra a s\u00e9rio, ou seja, lidariam com a palavra sem um lastro no real.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cPura mentalidade desavergonhada\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Retomar aqui a apresenta\u00e7\u00e3o da paciente Boyer e rel\u00ea-la \u00e0 luz do que temos podido extrair do \u00faltimo ensino de Lacan pareceu-me uma via interessante para abordar o que \u00c9ric Laurent diz ser a marca atual da subjetividade, pela qual o sujeito se v\u00ea \u201csuspenso ao que vem furar o mundo\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>, suspenso diante do vazio do fora do sentido que constitui o mundo moderno.<\/p>\n<p>Sabemos que a cl\u00ednica dos n\u00f3s em Lacan, diferentemente da cl\u00ednica estrutural apoiada na supremacia do simb\u00f3lico, \u00e9 regida pela l\u00f3gica do enla\u00e7amento dos tr\u00eas registros: Real, Simb\u00f3lico e Imagin\u00e1rio. Nas neuroses ter\u00edamos uma amarra\u00e7\u00e3o tipicamente borromeana, ou seja, os tr\u00eas an\u00e9is se mant\u00eam juntos, mas por um tipo de enla\u00e7amento que n\u00e3o prenderia um registro ao outro.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][vc_row_inner row_inner_height_percent=&#8221;0&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; gutter_size=&#8221;3&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; mobile_visibility=&#8221;yes&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;115265&#8243;][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;664886&#8243;][vc_single_image media=&#8221;526&#8243; media_width_percent=&#8221;20&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; 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por\u00e9m, como era frequente ao psicanalista, mesmo ao se valer de uma categoria herdada da psiquiatria cl\u00e1ssica, ele se serviria dela de forma pr\u00f3pria, tentando relan\u00e7\u00e1-la a partir do discurso anal\u00edtico.<\/p>\n<p>Lacan, ent\u00e3o, pergunta se n\u00e3o poder\u00edamos chamar o que se passa com Senhorita Boyer de uma parafrenia e acrescenta: \u201c[&#8230;] e por que n\u00e3o adicionar o qualificativo imaginativa?\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>.<\/p>\n<p>A partir, ent\u00e3o, dessa inven\u00e7\u00e3o lacaniana de uma parafrenia imaginativa, podemos transpor o que ali se passa para a l\u00f3gica dos n\u00f3s.<\/p>\n<p>Segundo Schetjman, na parafrenia, Simb\u00f3lico e Imagin\u00e1rio se interpenetrariam fazendo com que o Real se solte; portanto, o lapso que faz com que o n\u00f3 rateie se daria no ponto de enla\u00e7amento onde Imagin\u00e1rio passaria por cima do Simb\u00f3lico<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][vc_row_inner row_inner_height_percent=&#8221;0&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; gutter_size=&#8221;3&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; mobile_visibility=&#8221;yes&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;115265&#8243;][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;664886&#8243;][vc_single_image media=&#8221;527&#8243; media_width_percent=&#8221;40&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;972818&#8243;][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_row_inner row_inner_height_percent=&#8221;0&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; gutter_size=&#8221;3&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; desktop_visibility=&#8221;yes&#8221; medium_visibility=&#8221;yes&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;189266&#8243;][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; 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Seguindo ainda Schetjman, o que daria a chave da estrutura \u00edntima do fen\u00f4meno elementar nesses casos de parafrenia nodal lacaniana seria que, neles, \u201co foraclu\u00eddo no Simb\u00f3lico retorna no Imagin\u00e1rio\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>.<\/p>\n<p>Assim, no lugar vazio pela fuga do Real, abre-se um campo livre onde o corpo flutua e a realidade se torna inst\u00e1vel num mundo preso por alfinetes. Essa seria a pura mentalidade desavergonhada<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a> que Senhorita Boyer traduz bem ao dizer: \u201csou inteirinha de mim mesma\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cMiscel\u00e2nea de fora-da-natureza\u201d<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Valho-me dessas formula\u00e7\u00f5es de Lacan e Miller sobre a parafrenia como uma doen\u00e7a da mentalidade acreditando que elas nos fornecem uma chave de leitura da generaliza\u00e7\u00e3o dos semblantes na expans\u00e3o do universo social.<\/p>\n<p>Ao apresentar o tema do pr\u00f3ximo Congresso da Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise, Miller retoma a discuss\u00e3o sobre como na atualidade o discurso da ci\u00eancia e o discurso do direito convergem para autorizar o uso de novos semblantes.<\/p>\n<p>O que haveria de novo nesses semblantes sustentados pela demanda, por exemplo, de igualdade entre os sexos ou mesmo de um mundo composto de indiv\u00edduos iguais, no qual, segundo Miller, tudo passa a ser uma quest\u00e3o de arranjos e montagens? Segundo ele, o novo vem do fato de que essas demandas j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais inibidas pela tradi\u00e7\u00e3o, o passado j\u00e1 n\u00e3o conta, como tamb\u00e9m o modo habitual de se fazer as coisas j\u00e1 n\u00e3o funciona mais como garantia.<\/p>\n<p>Sabemos que Lacan antecipou o fundamento desse novo veiculado hoje de forma ampla pela opini\u00e3o p\u00fablica ao afirmar que a diferen\u00e7a sexual fundada na natureza \u2013 ou seja, pela anatomia \u2013 n\u00e3o constitui uma prova dessa assimetria: \u201cportanto, a natureza n\u00e3o seria uma norma, pois n\u00e3o h\u00e1 norma do sexo.\u201d<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a> Ao declarar que a rela\u00e7\u00e3o sexual n\u00e3o existe, Lacan questiona a fun\u00e7\u00e3o da natureza em sua face de semblante.<\/p>\n<p>Nessa dire\u00e7\u00e3o, encontramos, no in\u00edcio do <em>Semin\u00e1rio 23<\/em>, Lacan nos dizendo, ou pelo menos \u00e9 assim que Miller traduz essa passagem, de como a natureza n\u00e3o nos serviria de norma, pois uma vez que distingamos algo por meio de um nome, estamos obrigados a dizer que esse algo n\u00e3o \u00e9 natural. Por isso, a natureza se encontraria esvaziada de tudo o que n\u00e3o \u00e9 natural at\u00e9 o ponto de reduzir a natureza a uma miscel\u00e2nea de fora-da-natureza.<\/p>\n<p>Podemos, ent\u00e3o, interrogar se, diante da explicita\u00e7\u00e3o de que a natureza n\u00e3o \u00e9 uma garantia, o que vemos surgir seria uma prolifera\u00e7\u00e3o de semblantes que, ao recusarem os pontos opacos na rela\u00e7\u00e3o com o corpo, fazem equivaler a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual ao sexual sem Real?<\/p>\n<p>A partir da profus\u00e3o e da simult\u00e2nea dilui\u00e7\u00e3o das psicoses mencionadas inicialmente, S\u00e9rgio Laia indaga se hoje a psicose n\u00e3o estaria por fazer as vezes de uma norma social.<\/p>\n<p>Mesmo considerando o alerta de S\u00e9rgio Laia sobre o que essa proposta pode soar como um contrassenso, pois n\u00e3o podemos ignorar as excepcionalidades das psicoses com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 lei e \u00e0 ordem simb\u00f3lica, pareceu-me interessante perguntar se essa ideia de uma \u201cnorma\u201d psic\u00f3tica n\u00e3o nos esclareceria tamb\u00e9m o que da loucura que, se propagada hoje, diz respeito \u00e0 desarticula\u00e7\u00e3o do Real em rela\u00e7\u00e3o ao Simb\u00f3lico e ao Imagin\u00e1rio, fazendo com que, solto, ele, o Real, apresente de maneira feroz sua face sem lei. Se hoje essa \u00e9 uma das vias pela qual \u201co pesadelo da hist\u00f3ria\u201d<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\">[18]<\/a> toma forma, como ent\u00e3o a psican\u00e1lise de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana pode operar?<\/p>\n<p>A aposta \u00e9 que possamos levar adiante essa quest\u00e3o a partir dos tr\u00eas eixos tem\u00e1ticos que orientar\u00e3o o trabalho em torno da 26\u00aa Jornada, a saber:<\/p>\n<ul>\n<li>O mundo rumo \u00e0 psicose<\/li>\n<li>Diagnosticar e despatologizar<\/li>\n<li>As flutua\u00e7\u00f5es do sexo<\/li>\n<\/ul>\n<p>Convidamos, ent\u00e3o, a todos e a todas a participar dessa investiga\u00e7\u00e3o que se dar\u00e1 atrav\u00e9s dos cart\u00e9is, alguns inclusive j\u00e1 em funcionamento, como tamb\u00e9m nos cinco Semin\u00e1rios Preparat\u00f3rios que ocorrer\u00e3o durante este ano e, por fim, nas Plen\u00e1rias e Mesas da Jornada Cl\u00ednica, que acontecer\u00e3o na Jornada propriamente dita.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o da atual diretoria da EBP-MG de manter todos esses encontros presenciais nos diz de como a psican\u00e1lise, para n\u00e3o ser engolida pelo pesadelo da hist\u00f3ria, precisa se manter o mais perto poss\u00edvel da rela\u00e7\u00e3o entre o dizer e o corpo, \u201co que na tradi\u00e7\u00e3o anal\u00edtica denomina-se puls\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn19\" name=\"_ftnref19\">[19]<\/a>.<\/p>\n<p><em>Helenice de Castro<\/em><br \/>\n<strong>Coordenadora da 26\u00aa Jornada da EBP-MG<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][vc_empty_space empty_h=&#8221;1&#8243;][vc_column_text text_lead=&#8221;small&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;100963&#8243;]<a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> LAIA, S. Por que as psicoses&#8230; ainda. <em>Curinga<\/em>, Revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise \u2013 Se\u00e7\u00e3o Minas Gerais, Belo Horizonte, n. 53, 2023.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <em>Ibidem<\/em>.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> MILLER, J.-A. Li\u00e7\u00f5es sobre a apresenta\u00e7\u00e3o de doentes. In: MILLER, J.-A. <em>Matemas I<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996. p. 147.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 147.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> LACAN, J. Apresenta\u00e7\u00e3o da srta. Boyer. In: MILLER, J.-A., ALBERTI, C., <em>Redivivus<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2023. p. 159, 161, 168.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p.171 e 172.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> LACAN, J. <em>O semin\u00e1rio<\/em>, livro 23: <em>O sinthoma<\/em>. (1975-1976) Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007. p. 139-151.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 146.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> MILLER, 1996, <em>op. cit<\/em>., p. 148.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> LAURENT, \u00c9. <em>O avesso da biopol\u00edtica<\/em>: uma escrita para o gozo. Rio de Janeiro: ContraCapa, 2016. p. 210.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> SCHEJTMAN, 2013, p. 235. (Tradu\u00e7\u00e3o da autora)<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> LACAN, J. Apresenta\u00e7\u00e3o da srta. Boyer. In: MILLER, J.-A., ALBERTI, C., <em>Redivivus<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2023. p. 178.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> SCHEJTMAN, 2013, p. 236.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> SCHEJTMAN, F. Philip Dick con Jacques Lacan. In: SCHEJTMAN, F. <em>Cl\u00ednica psicoanal\u00edtica como ciencia-ficci\u00f3n<\/em>. Buenos Aires: Grama ediciones, 2020. (Tradu\u00e7\u00e3o da autora)<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> MILLER, 1996, <em>op. cit<\/em>., p. 148.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> LACAN, J., 2007, <em>op. cit., <\/em>p.13.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> MILLER, J.-A. <em>Piezas sueltas<\/em>. (2004-2005) Los cursos psicoanal\u00edticos de Jacques-Alain Miller. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2013. p. 397.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\">[18]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 397.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref19\" name=\"_ftn19\">[19]<\/a> MILLER, 2013, <em>op. cit<\/em>., p.397.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row row_height_percent=&#8221;0&#8243; override_padding=&#8221;yes&#8221; h_padding=&#8221;2&#8243; top_padding=&#8221;0&#8243; bottom_padding=&#8221;0&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; gutter_size=&#8221;3&#8243; column_width_percent=&#8221;100&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;164376&#8243;][vc_column column_width_percent=&#8221;100&#8243; gutter_size=&#8221;2&#8243; override_padding=&#8221;yes&#8221; column_padding=&#8221;0&#8243; style=&#8221;dark&#8221; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;162562&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; 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