{"id":49,"date":"2024-04-04T00:53:37","date_gmt":"2024-04-04T00:53:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/?page_id=49"},"modified":"2024-10-30T07:52:48","modified_gmt":"2024-10-30T07:52:48","slug":"looping-imagem","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/looping\/looping-imagem\/","title":{"rendered":"Looping-imagem"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column column_width_percent=&#8221;100&#8243; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;5&#8243; mobile_width=&#8221;7&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;518391&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;60&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;4&#8243; mobile_width=&#8221;7&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;106842&#8243;][vc_single_image media=&#8221;815&#8243; media_width_percent=&#8221;100&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;205122&#8243;][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;147717&#8243;]<strong>Antony DeRosa <a href=\"http:\/\/www.pexels.com\/pt-br\/foto\">www.pexels.com\/pt-br\/foto<\/a><\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;108140&#8243;]<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A normalidade da vida sexual s\u00f3 \u00e9 assegurada pela converg\u00eancia das duas correntes dirigidas ao objeto sexual e \u00e0 meta sexual: a de ternura e a sensual. A primeira destas comporta em si o que resta da primitiva efloresc\u00eancia infantil da sexualidade. \u00c9 como a travessia de um t\u00fanel perfurado desde ambas extremidades&#8221; (Freud, 1905. p.196 )<\/p><\/blockquote>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;620486&#8243;]Em \u201cTransforma\u00e7\u00f5es da puberdade\u201d, de 1905, Freud nos orienta do que se trata na puberdade: atravessar um t\u00fanel originado pela emerg\u00eancia da puls\u00e3o no corpo e que provoca o deslocamento da inf\u00e2ncia \u00e0 fase adulta. A converg\u00eancia da corrente da ternura com a da sensualidade provoca uma s\u00e9rie de quest\u00f5es com as quais o sujeito tem que lidar para ir construindo, singularmente, seu lugar no mundo, atrav\u00e9s desse t\u00fanel.<\/p>\n<p>Se na puberdade tudo aquilo que era da inf\u00e2ncia passa a ser questionado e isso perturba um sentido estabelecido, \u00e9 porque, na puberdade, o real do sexo faz o sujeito confrontar-se com o imposs\u00edvel da exist\u00eancia de uma proporcionalidade entre os sexos, com a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual. Atravessar tal t\u00fanel significa atravessar o mist\u00e9rio de, por exemplo, por que os sexos se atraem e tamb\u00e9m se desencontram. Diante desse imposs\u00edvel da propor\u00e7\u00e3o, cada um deve arranjar sua sa\u00edda. Dentre as sa\u00eddas, podemos citar o amor, j\u00e1 que ele \u00e9 o que permite ao gozo condescender ao desejo, e sempre de forma diferente para cada corpo que, n\u00e3o sem o sexo, \u00e9 tocado pela ternura presente em certas formas de amor.<\/p>\n<p><em><strong>Marina Ladeira<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><br \/>\nFREUD, S. (1905) Tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade: transforma\u00e7\u00f5es da puberdade. In: Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. v. 7. Rio de Janeiro: Imago, 1996.Lacan, J. (1972-1973\/2008). O Semin\u00e1rio, livro 20: Mais, ainda. Jorge Zahar.<\/p>\n<p>Lacan ([1962\u20131963]\/2005) O semin\u00e1rio: Livro. 10. A ang\u00fastia (J.-A. Miller, Ed., &amp; V. Ribeiro, Trad.). Zahar.[\/vc_column_text][vc_separator sep_color=&#8221;accent&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;684360&#8243; sep_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221; el_height=&#8221;3px&#8221;][vc_empty_space empty_h=&#8221;2&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;50&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;4&#8243; mobile_width=&#8221;7&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;156860&#8243;][vc_single_image media=&#8221;783&#8243; media_width_percent=&#8221;100&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;657041&#8243;][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;209404&#8243;]<strong>Em frente \u00e0 cidade alem\u00e3 de Breisach am Rhein, ergue-se at\u00e9 o outro lado do Rin: Neuf Brisach, ( Nova Brisach, a cidade fortaleza) Patrim\u00f4nio Mundial da UNESCO devido \u00e0 sua import\u00e2ncia na arquitetura militar do s\u00e9culo XVII.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;184305&#8243;]<\/p>\n<blockquote><p>\u201c [&#8230;] Como se sabe na neurose obsessiva justamente pelo fato, muito conhecido por n\u00f3s, de sua estrutura ser particularmente destinada a camuflar, deslocar, negar, dividir e atenuar a inten\u00e7\u00e3o agressiva e isso segundo uma decomposi\u00e7\u00e3o defensiva t\u00e3o compar\u00e1vel, em seus princ\u00edpios, \u00e0 ilustrada pela trincheira e pela chicana, que ouvimos de nossos pacientes servirem-se, a respeito deles mesmos, de uma refer\u00eancia metaf\u00f3rica a &#8220;fortifica\u00e7\u00f5es ao estilo de Vauban\u2019.\u201d (Lacan,1948, p. 111)<\/p><\/blockquote>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;264265&#8243;]O neur\u00f3tico obsessivo se defende do qu\u00ea? Defende-se do risco do desejo. Uma das marcas do desejo \u00e9 o risco a que ele convoca quem dele n\u00e3o cede. O neur\u00f3tico, por\u00e9m, busca a prote\u00e7\u00e3o frente \u00e0 amea\u00e7a da inseguran\u00e7a. Com suas defesas, o neur\u00f3tico isola-se, evita o contingente e at\u00e9 amortece sua atividade. No Semin\u00e1rio 11, Lacan (1973) trata da divis\u00e3o do sujeito \u2013 entre consciente e inconsciente \u2013 como um muro, uma barreira entre o que integra o sujeito e aquilo que lhe escapa. Onde h\u00e1 um muro, para qualquer sujeito neur\u00f3tico, o obsessivo constr\u00f3i uma fortifica\u00e7\u00e3o. Tal como nas \u201cfortifica\u00e7\u00f5es ao estilo de Vauban\u201d, as defesas obsessivas se fazem como um labirinto de muros. Frente ao desejo do Outro, \u00e9 nesse labirinto que o obsessivo muitas vezes se enreda e, ao percorr\u00ea-lo, mesmo quando se sente protegido, tamb\u00e9m se perde na tentativa de reduzir esse desejo \u00e0s demandas que se arvora a cumprir ou a recusar obstinadamente, inaugurando, assim, uma forma de fazer desaparecer o pr\u00f3prio desejo na impossibilidade de sua realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Jacqueline Pereira<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. A agressividade em psican\u00e1lise. In: <em>Escritos.<\/em> Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed. 1998. (Trabalho original de 1948), pp. 104-126[\/vc_column_text][vc_separator sep_color=&#8221;accent&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;684360&#8243; sep_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221; el_height=&#8221;3px&#8221;][vc_empty_space empty_h=&#8221;2&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;50&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;4&#8243; mobile_width=&#8221;7&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;156860&#8243;][vc_single_image media=&#8221;742&#8243; media_width_percent=&#8221;100&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;198460&#8243;][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;136971&#8243;]<strong>Jean Ignace Isidore G\u00e9rard Grandville (1838-1840)<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;210570&#8243;]<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;O obsessivo \u00e9 [&#8230;] como a r\u00e3 que quer ser t\u00e3o gorda quanto o boi. Gra\u00e7as a uma f\u00e1bula, j\u00e1 sabemos os efeitos disso. Sabemos que \u00e9 particularmente dif\u00edcil arrancar o obsessivo dessa ascend\u00eancia do olhar. (Lacan, 1975-1976, p.19)\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;200158&#8243;]Este trecho indica que, no percurso de Lacan, houve um deslocamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pregn\u00e2ncia do obsessivo com o falo para um destaque da fantasia obsessiva quanto ao objeto olhar.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da f\u00e1bula de La Fontaine, no \u00faltimo ensino de Lacan, \u00e9 demarcada a grande dificuldade de arrancar o obsessivo dessa ascend\u00eancia (domin\u00e2ncia) do olhar pelo apego que ele tem ao orif\u00edcio. O olhar \u00e9 situado a partir de um orif\u00edcio corporal como uma bolha, uma coisa que incha. Afinal, na tentativa de a r\u00e3 querer ser como um boi, ela vai inchando at\u00e9 estourar. O apego ao orif\u00edcio, que captura o olhar da r\u00e3, faz com que ela se infle, deixando-a enfatuada frente ao que lhe parece t\u00e3o mais grandioso, mesmo que a conduza \u00e0 morte \u2013 o boi.<\/p>\n<p>Assim, na l\u00f3gica obsessiva, \u00e9 atrav\u00e9s do olhar que o imagin\u00e1rio mostra sua homogeneidade com o real.<\/p>\n<p><em><strong>Rog\u00e9ria Gontijo<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LACAN, J. O semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge\u00a0Zahar, 2007. (Trabalho original\u00a0de\u00a01975-76)<em><strong><br \/>\n<\/strong><\/em>[\/vc_column_text][vc_separator sep_color=&#8221;accent&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;684360&#8243; sep_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221; el_height=&#8221;3px&#8221;][vc_empty_space empty_h=&#8221;2&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;50&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;4&#8243; mobile_width=&#8221;7&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;156860&#8243;][vc_single_image media=&#8221;704&#8243; media_width_percent=&#8221;100&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;861599&#8243;][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;124515&#8243;]<strong>Madona Sistina de Rafael Sanzio ( 1512)<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;141413&#8243;]<\/p>\n<blockquote><p>\u201cDiante da Madona Sistina deixou-se ficar duas horas, sonhadoramente perdida em sil\u00eancio e admira\u00e7\u00e3o. Ante a pergunta sobre o que tanto lhe agradara no quadro, n\u00e3o soube dar nenhuma resposta clara. Finalmente, disse: \u201cA Madona\u201d ( Freud,1905, p. 234).<\/p><\/blockquote>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;142433&#8243;]Dora, em uma das associa\u00e7\u00f5es referentes a um importante sonho de sua an\u00e1lise com Freud, retorna a seu embevecimento diante do quadro pintado por Rafael Sanzio, <em>A Madona Sistina<\/em>, em Dresden. Diante dessa pintura, ela montou seu teatro singular, \u201cpermaneceu duas horas&#8230;, em ext\u00e1tica admira\u00e7\u00e3o\u201d. Quando foi convidada a falar sobre o tempo que passou adorando essa tela, n\u00e3o evocou os arrebatamentos que lhe tomavam o corpo, ou seja, seus mais secretos desejos, ou sua identifica\u00e7\u00e3o e encantamento pela Sra. K, amante de seu pai e que lhe parecia desvendar o mist\u00e9rio da feminilidade. Ela se limitou a responder nada mais do que \u201cA Madona\u201d. Essa esp\u00e9cie de inibi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m insistia quando era convocada a falar sobre seus pensamentos acerca do pai e se queixava: &#8220;N\u00e3o consigo pensar em nada mais&#8221;.<\/p>\n<p><em><strong>Jeannine Narciso ( EBP\/AMP)<br \/>\n<\/strong><\/em><\/p>\n<p>FREUD, S. An\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora\u201d). In: <em>Obras Completas: Tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade, An\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora\u201d) (1901-1903) e outros texto<\/em>s. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, Vol. 6, 2016, p. 173-320.[\/vc_column_text][vc_separator sep_color=&#8221;accent&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;684360&#8243; sep_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221; el_height=&#8221;3px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column column_width_percent=&#8221;100&#8243; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;5&#8243; mobile_width=&#8221;7&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;518391&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;60&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":27,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-49","page","type-page","status-publish","hentry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/49","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/49\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":818,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/49\/revisions\/818"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}