{"id":676,"date":"2024-09-13T13:37:13","date_gmt":"2024-09-13T13:37:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/?p=676"},"modified":"2024-10-01T23:12:43","modified_gmt":"2024-10-01T23:12:43","slug":"de-onde-o-analista-nao-sai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/de-onde-o-analista-nao-sai\/","title":{"rendered":"De onde o analista n\u00e3o sai"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/1&#8243;][vc_custom_heading auto_text=&#8221;yes&#8221; text_color=&#8221;accent&#8221; heading_semantic=&#8221;h1&#8243; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h1&#8243; text_weight=&#8221;900&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;615983&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]This is a custom heading element.[\/vc_custom_heading][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; align_horizontal=&#8221;align_right&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;149193&#8243;][vc_custom_heading text_color=&#8221;color-nhtu&#8221; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h4&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;207681&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]<sup><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\"><\/a><\/sup><\/p>\n<p><strong>Tania Coelho dos Santos<sup><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a><\/sup><br \/>\n<\/strong>Membro da EBP, da ECF-Paris, da AMP<\/p>\n<p><sup><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\"><\/a><\/sup>[\/vc_custom_heading][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;180445&#8243;]<strong>De onde o analista n\u00e3o sai<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tania Coelho dos Santos<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> <\/strong>(Membro da EBP, da ECF-Paris, da AMP)<\/p>\n<p>Acredito que as an\u00e1lises podem terminar de muitas maneiras. Vou me restringir a pensar sobre os finais de an\u00e1lise a partir de um recorte espec\u00edfico desse campo, o da experi\u00eancia de analistas. E, mais particularmente ainda, o recorte dos analistas de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana. Ser\u00e1 que podemos abordar os finais de an\u00e1lise de n\u00e3o analistas com os mesmos pesos e medidas? Um analista de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana se analisa com as ferramentas de sua forma\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e de sua experi\u00eancia pr\u00e1tica. A medida do sucesso de sua an\u00e1lise n\u00e3o \u00e9, via de regra, apenas a satisfa\u00e7\u00e3o que por meio dela alcan\u00e7ou. Estar feliz ou n\u00e3o ter mais sede do inconsciente n\u00e3o costuma ser raz\u00e3o suficiente para separar-se do seu analista. A travessia do fantasma, a passagem \u00e0 analista, a extra\u00e7\u00e3o de um significante novo n\u00e3o impedem que os analistas continuem a frequentar o div\u00e3, seja o dos analistas com os quais finalizaram suas an\u00e1lises, seja o de outros. Para o constatarmos, basta observar que mesmo Analistas da Escola n\u00e3o abandonam o tratamento de seus restos sintom\u00e1ticos ap\u00f3s a nomea\u00e7\u00e3o como AE pelo dispositivo do passe.<\/p>\n<p><em>N<strong>eur\u00f3ticos, analistas e fim de an\u00e1lise<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A pr\u00f3xima jornada da Se\u00e7\u00e3o Minas Gerais da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise foi muito feliz quando nos prop\u00f4s pensar sobre \u201cOnde est\u00e3o os neur\u00f3ticos e de onde eles n\u00e3o saem\u201d nos dias de hoje. Deixo de lado os numerosos neur\u00f3ticos que nos pedem para ajud\u00e1-los a realizar o imperativo de gozo contempor\u00e2neo. Esperam que a gente descubra alguma verdade traum\u00e1tica ou edipiana que os ajude a estar \u00e0 altura da promessa de que nada \u00e9 imposs\u00edvel. Conduzi-los a acolher o imposs\u00edvel em jogo no campo do gozo \u00e9 uma miss\u00e3o politicamente contra cultural. Por\u00e9m, nosso interesse recai sobre o porqu\u00ea de analistas n\u00e3o deixarem o consult\u00f3rio do analista, essa esp\u00e9cie de quarto de dormir onde a rela\u00e7\u00e3o sexual n\u00e3o acontece nunca, como sublinha o excelente relat\u00f3rio do cartel de A. L. Santiago (2024)<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Quanto ao neur\u00f3tico, por que ele n\u00e3o sai da an\u00e1lise? A inibi\u00e7\u00e3o em imaginar o real nos \u00e9 apresentada como uma resposta finamente articulada neste relat\u00f3rio que examinou a paix\u00e3o do neur\u00f3tico pela falta \u00e0 ser \u00e0 luz de: \u201cDa vontade de justifica\u00e7\u00e3o \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de gozo\u201d. Essa inibi\u00e7\u00e3o explica porque o neur\u00f3tico n\u00e3o sai da an\u00e1lise: evita confrontar-se \u00e0 n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o sexual. Refugia-se l\u00e1 onde ela \u00e9 imposs\u00edvel por defini\u00e7\u00e3o, o consult\u00f3rio do analista. Servindo-se do artigo de Miller (2016), esse relat\u00f3rio nos recorda que o a neurose imp\u00f5e ao sujeito o dever de inventar sua raz\u00e3o de ser. Como lev\u00e1-lo, ent\u00e3o, a encarar \u201ca falta de raz\u00e3o de ser\u201d no real.<\/p>\n<p>Um analista sabe que a \u00fanica raz\u00e3o de ser \u00e9 o gozo. No neur\u00f3tico, entretanto, a imagina\u00e7\u00e3o narc\u00edsica do Eu est\u00e1 a servi\u00e7o de fortalec\u00ea-lo mais ainda e n\u00e3o lhe abre as portas para um novo uso da imagina\u00e7\u00e3o de si. O imagin\u00e1rio narc\u00edsico do corpo manifesta-se no devaneio hist\u00e9rico, na rumina\u00e7\u00e3o obsessiva e nas manobras preventivas do f\u00f3bico para evitar o encontro com o outro sexo. A dire\u00e7\u00e3o do tratamento consiste em mudar a rela\u00e7\u00e3o com o gozo e incide sobre os dois eixos da evita\u00e7\u00e3o: o fantasma e a repeti\u00e7\u00e3o. Essa mudan\u00e7a tem um parentesco com o <em>sinthoma<\/em> &#8211; que podemos definir como a redu\u00e7\u00e3o do sintoma aos restos sintom\u00e1ticos &#8211; n\u00facleo de gozo onde se aloja o segredo da paix\u00e3o do neur\u00f3tico por justificar sua injustific\u00e1vel singularidade. Trata-se de fazer um novo uso do <em>sinthoma<\/em>, que \u00e9 o resto da repeti\u00e7\u00e3o de gozo. Seria essa mudan\u00e7a suficiente para desembara\u00e7ar o neur\u00f3tico da vontade de justifica\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>De acordo o relat\u00f3rio acima mencionado \u2013 e que nos \u00e9 oferecido como um texto de orienta\u00e7\u00e3o para a pr\u00f3xima jornada &#8211; a resposta \u00e9 n\u00e3o, pois existiria uma inibi\u00e7\u00e3o em abordar o real mais al\u00e9m do sentido. Esse excelente relat\u00f3rio tamb\u00e9m nos explica detalhadamente como podemos, observando o n\u00f3 borromeano no sentido girat\u00f3rio, situar os obst\u00e1culos \u00e0 pr\u00e1tica do analista. Quando o vetor I (imagin\u00e1rio) se dirige ao S (simb\u00f3lico) encontramos a imagina\u00e7\u00e3o do simb\u00f3lico ou o fantasma. Esta via do significante, do campo da fala esbarra na infinitiza\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise. O eixo [S-R], via do fantasma, conduz a um \u201ceu sou isso\u201d, pois esbarra no objeto <em>a <\/em>como semblante. Existiria, essa \u00e9 a hip\u00f3tese de Lacan em seu ultim\u00edssimo ensino, uma hi\u00e2ncia mais acentuada entre o real e o imagin\u00e1rio, eixo [R-I], respons\u00e1vel pela inibi\u00e7\u00e3o. Diante da inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual, a dificuldade do neur\u00f3tico consiste em imaginar a dist\u00e2ncia entre a fun\u00e7\u00e3o do fantasma perverso (que sabe sobre o gozo) e sua fun\u00e7\u00e3o no sintoma neur\u00f3tico (o que n\u00e3o quer saber nada). E para compreender bem isso, Miller (2016) nos oferece a met\u00e1fora do quarto de dormir. Todas as manobras defensivas neur\u00f3ticas servem para evitar a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual, mas pode tamb\u00e9m acontecer que elas o levem a esse quarto de dormir onde n\u00e3o acontece nada: o consult\u00f3rio do analista.<\/p>\n<p>Em que consistiria essa sa\u00edda do impasse sexual por meio de uma imagina\u00e7\u00e3o do real? Certamente, sobretudo quanto aos analistas, seria preciso recolher nos testemunhos de passe evid\u00eancias do atravessamento desse obst\u00e1culo. Assim, poder\u00edamos aprender alguma coisa sobre esse novo final de an\u00e1lise que a imagina\u00e7\u00e3o do real permite fazer advir. Se entendi bem, esse passo se d\u00e1 mais al\u00e9m da travessia do fantasma, da queda da suposi\u00e7\u00e3o de saber, da disjun\u00e7\u00e3o entre $ e o objeto a, da passagem ao ato e at\u00e9 do advento de um significante novo ao final de uma an\u00e1lise.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Sobre a diferen\u00e7a entre rememora\u00e7\u00e3o e reminisc\u00eancia<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Lacan (1975-1976\/2007, p. 127) distingue com precis\u00e3o os sentimentos de realidade e de irrealidade e op\u00f5e os dois registros da rememora\u00e7\u00e3o e da reminisc\u00eancia. O sentimento de realidade \u00e9 a nossa defini\u00e7\u00e3o mais restrita relativamente a uma lembran\u00e7a esquecida que retorna e que, ent\u00e3o, dizemos: \u201c\u00e9 assim, era assim\u201d. O sentimento de realidade \u00e9 percebido como tal, produz-se no interior do tecido simb\u00f3lico e \u00e9 do registro da rememora\u00e7\u00e3o. Podemos dizer que o inconsciente recalcado e seu retorno, a retroa\u00e7\u00e3o significante, a hist\u00f3ria, o tempo, pertencem \u00e0 rememora\u00e7\u00e3o. A aus\u00eancia simb\u00f3lica no real, o significante foraclu\u00eddo, sozinho, fora do tempo, corresponde ao campo da reminisc\u00eancia.<\/p>\n<p>A \u201cimagem\u201d em jogo na reminisc\u00eancia \u00e9 real? \u00c9 dela que trata o relat\u00f3rio do cartel de A.L. Santiago (2024) e o artigo de J. Santiago (2024)? Explico. H\u00e1 rememora\u00e7\u00e3o quando um elemento reencontra a sua articula\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica. No Semin\u00e1rio XXIII, Lacan (1975-1976\/2007, p. 127) chama de reminisc\u00eancia, com seu correlato sentimento de irrealidade, ao momento em que este sentimento responde a \u201cformas imemoriais que aparecem no palimpsesto do imagin\u00e1rio\u201d. Formas imemoriais est\u00e3o num registro diferente daquele a que chamamos mem\u00f3ria.\u00a0 \u00c9 alguma coisa que est\u00e1 l\u00e1 sozinha. As formas imemoriais aparecem fora do texto simb\u00f3lico quando este se interrompe, e desnuda o suporte da reminisc\u00eancia. <em>O suporte da reminisc\u00eancia \u00e9 uma imagem, uma forma, que o sujeito n\u00e3o pode elaborar a partir da experi\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lacan esclarece que essa ideia de imagem no real baseia-se na an\u00e1lise da alucina\u00e7\u00e3o completada pela do <em>acting-out<\/em>. Lacan v\u00ea nesse fen\u00f4meno uma irrup\u00e7\u00e3o do real, pois se trata de uma rela\u00e7\u00e3o foraclu\u00edda ao objeto a. No <em>acting-out<\/em> existe apenas um deslocamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de alucina\u00e7\u00e3o. O sujeito ignora do que se trata nessa compuls\u00e3o. O <em>acting-out <\/em>n\u00e3o tem a mesma dimens\u00e3o da verdadeira alucina\u00e7\u00e3o. Pois \u00e9 apenas um simulacro dela. Diz respeito \u00e0 resist\u00eancia que \u00e9 interior \u00e0 cadeia significante ao passo que a defesa diz respeito \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o fundamental do sujeito em rela\u00e7\u00e3o a um elemento n\u00e3o-significante. N\u00e3o \u00e9 a mesma coisa que uma passagem ao ato, isto \u00e9, uma foraclus\u00e3o radical do real numa verdadeira alucina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora eu n\u00e3o tenha alcance cl\u00ednico para justificar o que vou concluir, apoio-me no que pude compreender da topologia lacaniana: no caso do neur\u00f3tico, a reminisc\u00eancia \u00e9 uma \u201cimagem\u201d de um objeto <em>a<\/em> foraclu\u00eddo no real. Como toda resist\u00eancia prov\u00e9m do imagin\u00e1rio, podemos supor que \u00e9 dessa \u201cimagem\u201d da qual ele se <em>reminisce <\/em>que prov\u00e9m a inibi\u00e7\u00e3o que o impede de sair da an\u00e1lise. Nos testemunhos de passe j\u00e1 se observam exemplos de <em>acting-outs<\/em>, ao final de uma an\u00e1lise, em que essa imagem reminisc\u00eancia pode se evidenciar?[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;102757&#8243;]<strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (2007). <em>O Semin\u00e1rio 23<\/em>: o Sinthoma, Jorge Zahar Ed. (Trabalho original publicado em 1975-1976).<\/p>\n<p>Miller, J. A. (2016) La passion du n\u00e9vros\u00e9, in: La Cause du d\u00e9sir, volume\/2, n\u00famero 93, pags 112-122<\/p>\n<p>Santiago, A.L. (2024) Da vontade de justifica\u00e7\u00e3o \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de gozo, in: <a href=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/da-vontade-de-justificacao-a-repeticao-de-gozo\/\">https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/da-vontade-de-justificacao-a-repeticao-de-gozo\/<\/a><\/p>\n<p>Santiago, J. (2024) O imagin\u00e1rio na cl\u00ednica do sinthoma in: https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/o-imaginario-na-clinica-do-sinthoma\/[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;346037&#8243;]<strong>Notas<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Texto produzido no \u00e2mbito do cartel constitu\u00eddo por Tania Coelho dos Santos (+1) Fl\u00e1via Lana Oliveira, Fernanda Queiroz, Daniela Scarpa da Costa e Maria Cristina Antunes<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Relat\u00f3rio do cartel constitu\u00eddo por Ana Lydia Santiago (+1) Maria Jos\u00e9 Gontijo Salum, Ram Mandil, Fernanda Otoni, Graciela Bessa, Luciana S. Brand\u00e3o e Maria de F\u00e1tima Ferreira.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column column_width_percent=&#8221;30&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; align_medium=&#8221;align_center_tablet&#8221; medium_width=&#8221;2&#8243; align_mobile=&#8221;align_center_mobile&#8221; mobile_width=&#8221;6&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;654255&#8243;][vc_single_image media=&#8221;565&#8243; media_width_percent=&#8221;70&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;168416&#8243; media_link=&#8221;url:https%3A%2F%2Fwww.jornadaebpmg.com.br%2F2024%2Fwp-content%2Fuploads%2F2024%2F09%2FTania-Coelho.pdf|target:_blank&#8221;][vc_custom_heading text_color=&#8221;color-nhtu&#8221; heading_semantic=&#8221;h3&#8243; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h4&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;137017&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]Para baixar o arquivo, abra o PDF em nova aba.[\/vc_custom_heading][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Tania Coelho dos Santos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":203,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[28,32],"tags":[],"class_list":["post-676","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-looping-texto","category-tania-coelho-dos-santos"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/676","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=676"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/676\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":775,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/676\/revisions\/775"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media\/203"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=676"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=676"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=676"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}