{"id":796,"date":"2024-10-12T15:19:19","date_gmt":"2024-10-12T15:19:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/?p=796"},"modified":"2024-10-12T15:21:53","modified_gmt":"2024-10-12T15:21:53","slug":"luz-e-cenario-comentario-sobre-o-relatorio-a-tela-do-fantasma-e-a-esfoliacao-do-imaginario-eixo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/luz-e-cenario-comentario-sobre-o-relatorio-a-tela-do-fantasma-e-a-esfoliacao-do-imaginario-eixo-2\/","title":{"rendered":"Luz e cen\u00e1rio \u2013 Coment\u00e1rio sobre o relat\u00f3rio A tela do fantasma e a esfolia\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio  (Eixo 2)"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column column_width_percent=&#8221;100&#8243; gutter_size=&#8221;2&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;140723&#8243;][vc_row_inner][vc_column_inner column_width_percent=&#8221;100&#8243; align_horizontal=&#8221;align_right&#8221; gutter_size=&#8221;2&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; medium_width=&#8221;0&#8243; mobile_width=&#8221;0&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;151377&#8243;][vc_custom_heading text_color=&#8221;color-nhtu&#8221; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h4&#8243; text_weight=&#8221;700&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;101220&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]Semin\u00e1rio preparat\u00f3rio<br \/>\n08.08.2024<br \/>\nEIXO 2:[\/vc_custom_heading][vc_empty_space empty_h=&#8221;0&#8243;][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_custom_heading auto_text=&#8221;yes&#8221; text_color=&#8221;accent&#8221; heading_semantic=&#8221;h1&#8243; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h1&#8243; text_weight=&#8221;900&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;615983&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]This is a custom heading element.[\/vc_custom_heading][vc_custom_heading auto_text=&#8221;excerpt&#8221; text_color=&#8221;color-nhtu&#8221; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h4&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;116332&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]This is a custom heading element.[\/vc_custom_heading][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;134782&#8243;]Como assinala Lilany Pacheco no relat\u00f3rio <em>A tela do fantasma e a esfolia\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/em>, Miller postergou sua abordagem do ultim\u00edssimo ensino de Lacan por prever que este teria efeitos desestruturantes. Nesse seu ultim\u00edssimo ensino, Lacan convidaria os psicanalistas \u00e0 inven\u00e7\u00e3o de sua pr\u00e1tica convocando todos a produzir um saber novo. N\u00e3o seria, portanto, inapropriado dizer, a partir do que Miller<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> nos transmite que, no ultim\u00edssimo ensino de Lacan, trata-se tamb\u00e9m de uma esfolia\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Resgato a cita\u00e7\u00e3o de Bernardo Micherif<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> quando nos fala do cen\u00e1rio em jogo no fantasma. Um cen\u00e1rio implica sempre uma imagem, um olhar e nosso lugar em rela\u00e7\u00e3o a ele.\u00a0 \u00c9 no cen\u00e1rio \u00a0que me encontrei diante do relat\u00f3rio que nos apresentou Lilany Pacheco e ao qual fa\u00e7o, aqui,\u00a0 meus coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>Parece-me importante percorrer um caminho que nos permita interrogar\u00a0 sobre o que h\u00e1 de novo no assim chamado <em>novo imagin\u00e1rio<\/em>. Sigamos pelo vi\u00e9s desestruturante.<\/p>\n<p>Escolho dois momentos em que Lacan retoma o fantasma a partir do texto de Freud &#8220;Bate-se uma Crian\u00e7a&#8221;.<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a><\/p>\n<p>O primeiro momento se d\u00e1 no Semin\u00e1rio 5, <em>As forma\u00e7\u00f5es do inconsciente<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><strong>[5]<\/strong><\/a><\/em>. Ali, Lacan articula a dimens\u00e3o simb\u00f3lica do fantasma. Lembremos que este se apresenta em tr\u00eas tempos, com tr\u00eas frases. Entre a primeira frase, \u201cUma crian\u00e7a que odeio \u00e9 batida pelo pai\u201d e a terceira, em que uma crian\u00e7a \u00e9 batida por um adulto, h\u00e1 uma mudan\u00e7a no cen\u00e1rio. No primeiro tempo, podemos destacar a dimens\u00e3o imagin\u00e1ria e o \u00f3dio em cena. A passagem para a segunda frase, aquela que jamais existiu, inclui a crian\u00e7a no cen\u00e1rio. Em decorr\u00eancia de um atravessamento imagin\u00e1rio, a crian\u00e7a que olha \u00e9, agora, aquela que \u00e9 batida. No terceiro tempo, contudo, o que entra em jogo s\u00e3o os participantes da cena, de maneira inespec\u00edfica: a crian\u00e7a e o adulto n\u00e3o s\u00e3o identificados claramente. A conclus\u00e3o de Lacan nesse momento privilegia o valor coletivo da cena, a amarra\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica e a entrada no la\u00e7o social. A crian\u00e7a a\u00ed se inclui a partir do Outro da linguagem e seu universo simb\u00f3lico.<\/p>\n<p>No semin\u00e1rio <em>A l<\/em><em>\u00f3<\/em><em>gica do<\/em><em> fantas<\/em><em>ma,<\/em> diferentemente, Lacan<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> considera que o fantasma n\u00e3o passa de um arranjo de significantes e que n\u00e3o haveria nada mais que engendrasse o sujeito al\u00e9m de uma frase &#8211; engendramento este que, como vimos, j\u00e1 est\u00e1 assinalado no Semin\u00e1rio 5. Lacan d\u00e1 um passo a mais. De maneira bem pontual, Lacan \u00a0assinala que \u201cBate-se uma crian\u00e7a\u201d trata-se exclusivamente de uma articula\u00e7\u00e3o significante que quase vela o imposs\u00edvel de eliminar: o olhar<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. A crian\u00e7a gozaria no lugar do olhar que observa a cena do bater. Haveria, portanto, no olhar, o elemento fundamental, esse imposs\u00edvel de eliminar, mais al\u00e9m desse arranjo simb\u00f3lico coletivo, arranjo este ordenado pelo amor ao pai. A presen\u00e7a paterna no primeiro tempo do fantasma, opera a estrutura que se constroi ao final como um la\u00e7o simb\u00f3lico. Assim ter\u00edamos o matema do fantasma (S\/&lt;&gt;a). Entretanto, assinalemos que, tomada pelo olhar, o fantasma comp\u00f5e a cena que a crian\u00e7a observa.<\/p>\n<p>Arriscaria dizer que, no Semin\u00e1rio 14, Lacan aponta para algo al\u00e9m da estrutura. Para sustentar essa afirma\u00e7\u00e3o, retomarei suas elabora\u00e7\u00f5es sobre a esquize entre o olho e o olhar no Semin\u00e1rio 11<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>. A figura abaixo permite-nos perceber um pouco da dimens\u00e3o desestruturante<br \/>\npresente nessa elabora\u00e7\u00e3o lacaniana<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-799 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/img-texto-Luz-e-cenario--300x181.jpg\" alt=\"\" width=\"331\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/img-texto-Luz-e-cenario--300x181.jpg 300w, https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/img-texto-Luz-e-cenario--768x462.jpg 768w, https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/img-texto-Luz-e-cenario--350x211.jpg 350w, https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/img-texto-Luz-e-cenario-.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 331px) 100vw, 331px\" \/><\/p>\n<p>O Est\u00e1dio de Espelho, o Esquema \u00d3tico, aqueles com os quais nos acostumamos e que nos ajudaram a pensar a rela\u00e7\u00f5es entre o simb\u00f3lico, imagin\u00e1rio e o corpo, principalmente no primeiro ensino de Lacan, s\u00e3o constru\u00e7\u00f5es que se sustentam-se no campo geom\u00e9trico. Embora um sujeito, no ponto geometral, perceba a imagem refletida de um objeto, tal como \u00e9 desenvolvido seja nos Est\u00e1dio do Espelho, seja no Esquema \u00d3tico, essa percep\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel de ser alcan\u00e7ada por um cego. Isso se deve ao fato de que as rela\u00e7\u00f5es entre o sujeito, o objeto e sua imagem s\u00e3o geometricamente determinadas. Podem ser intu\u00eddas.<\/p>\n<p>Quando Lacan est\u00e1 tratando da esquize entre o olho e o olhar, ele inova ao afirmar que o olhar est\u00e1 na luz, no ponto luminoso, algo que vem do mundo, fora do campo dos reflexos e do Outro. N\u00e3o se trata a\u00ed de uma representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O que \u00e9 luz olha para o sujeito, captura-o, e algo no fundo do olho se pinta. Algo que n\u00e3o \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o constru\u00edda e, aqui, encontramos a distin\u00e7\u00e3o fundamental feita por Lacan em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas elabora\u00e7\u00f5es referidas ao campo geometral. Trata-se do que est\u00e1 elidido na rela\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica: na verdade, \u00e9 a\u00ed que o sujeito \u00e9 apreendido, convocado a todo instante. Com isso, a paisagem se apresenta bem diferente de uma perspectiva, trata-se de um quadro.<\/p>\n<p>O sujeito ali se faz olhar, colocando-se na cena, pintando um quadro em seus olhos, sendo que, nesse quadro, ele se inclui, coloca-se como aquele que olha. Percebemos assim que, na cena do fantasma de \u201cBate-se uma crian\u00e7a\u201d, esse olhar inelimin\u00e1vel \u00e9 poss\u00edvel a partir do anteparo, condi\u00e7\u00e3o da cena imaginada. Portanto, mais do que um quadro, o fantasma \u00e9 tamb\u00e9m um anteparo que permite ao sujeito se incluir na zona de sombra criada diante da luminosidade. Como diria Lacan no semin\u00e1rio 11, a realidade \u00e9 marginal:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;O correlato do quadro, a situar no mesmo lugar que ele, quer dizer, do lado de fora, \u00e9 o ponto do olhar. Quanto ao que, de um ao outro faz media\u00e7\u00e3o, o que est\u00e1 entre os dois, \u00e9 algo de natureza diversa da do espa\u00e7o geometral, algo que representa um papel exatamente inverso, que opera, n\u00e3o por ser atravess\u00e1vel, mas ao contr\u00e1rio, por ser opaco \u2013 \u00e9 o anteparo, o \u00e9cran.\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>O ser humano se demarca assim na estrutura imagin\u00e1ria constitu\u00edda a partir da disjun\u00e7\u00e3o do olho e do olhar. Mas ele consegue jogar com a m\u00e1scara, como algo que aponta para um mais al\u00e9m do olhar. O homem faz do anteparo sua media\u00e7\u00e3o, diria Lacan. O sujeito se torna ele mesmo esse olhar, na medida em que se acomoda a ele um ponto do ser evanescente, onde se confunde com seu pr\u00f3prio desfalecimento. Lacan afirma que, de todos os objetos nos quais o sujeito pode reconhecer sua depend\u00eancia no campo do desejo, o olhar \u00e9 o mais inapreens\u00edvel, e, portanto, o mais desconhecido. Da\u00ed, a facilidade do sujeito em escamotear a presen\u00e7a desse objeto, atrav\u00e9s da ilus\u00e3o produzida no espelho.<\/p>\n<p>Esse olhar que se encontra ali de modo algum \u00e9 um olhar visto, mas um olhar imaginado no campo do Outro. O olhar propriamente dito, jamais se d\u00e1 a ver. Como produzir esse tipo de escamoteamento sem o recurso do espelho? Encontraremos mais uma refer\u00eancia ao que est\u00e1 em jogo nessa elabora\u00e7\u00e3o ao nos ocuparmos dos coment\u00e1rios de Lacan sobre a anamorfose presente no quadro &#8220;Os embaixadores&#8221; de H\u00f6lbein<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>.<\/p>\n<p>Diante de toda a ostenta\u00e7\u00e3o daquela obra, representada pelos embaixadores e tudo aquilo que lembra a vaidade das artes e das ci\u00eancias, o segredo do quadro \u00e9 mostrar que, ao nos afastarmos um pouco dele, podemos perceber que o objeto enigm\u00e1tico reflete o nosso pr\u00f3prio nada. Podemos nos perguntar como seria a anamorfose em nosso tempo, um tempo em que os embaixadores ostentam os mais ambicionados <em>gadgets<\/em>, objetos da tecnologia que permeiam as ofertas de consumo de nosso tempo.<\/p>\n<p>O olhar se apresenta sempre no espa\u00e7o da luz, em um jogo da luz com a opacidade, e o sujeito, se de alguma forma est\u00e1 no quadro, \u00e9 como anteparo que ele se apresenta, aquilo que Lacan vai chamar de mancha. Essas quest\u00f5es permitem-nos perceber \u00a0que, ao se colocar no mundo, esse <em>onivoyeur<\/em> anterior a n\u00f3s mesmo exige uma opacidade que funcione como anteparo, e que franqueie a constru\u00e7\u00e3o de um quadro. Isso se mostra fora da estrutura, como o corpo \u00e9 algo imaginado. O imagin\u00e1rio \u00e9 o corpo. Como fazer mancha no mundo dominado pela luminosidade do espet\u00e1culo? Como se enla\u00e7ar a um corpo quando o pai n\u00e3o mais surpreende, \u00e9 esvaziado pela ci\u00eancia, ou quando os objetos de consumo que prometem o gozo acabam por tamponar a divis\u00e3o do sujeito? Joyce com sua escrita do <em>ego<\/em> j\u00e1 apontava um caminho.<\/p>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es da contemporaneidade n\u00e3o colocam mais necessariamente em jogo a dimens\u00e3o especular, o narcisismo. Encontramo-nos muitas vezes diante de pacientes invadidos de gozo, sem o recurso do fantasma, sem uma cena onde se incluir. Isso nos permite pensar nos avatares da psicose, bem como nas multiplicidades dos problemas das doen\u00e7as da mentalidade, nos impasses em ter um corpo, num mundo onde a luminosidade das ofertas contempor\u00e2neas do consumo nos ofusca a todos. N\u00e3o por acaso, como aponta Miller, o ultim\u00edssimo Lacan nos convida a inventar um saber novo para a psican\u00e1lise. Quem sabe os toros nos ajudem?[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;398133&#8243;]<strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Freud, S. (1976). Uma crian\u00e7a \u00e9 espancada. In Freud, S<em>. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud<\/em>. Imago. v. 17 (Trabalho original publicado em 1919).<\/p>\n<p>Lacan, J. (2024). <em>O semin\u00e1rio, livro 14: a l\u00f3gica do fantasma<\/em>. \u00a0Zahar (Trabalho original publicado em 1966-1967)<\/p>\n<p>Lacan, J. (1985). <em>O semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise<\/em>. Jorge Zahar (Trabalho original publicado em 1963-1964)<\/p>\n<p>Lacan, J. (1999). <em>O semin\u00e1rio, livro 5: as forma\u00e7\u00f5es do inconsciente<\/em>. Jorge Zahar (Trabalho original publicado em 1957\u20131958).<\/p>\n<p>Miller, J.-A. (2014). <em>El ultim\u00edssimo Lacan<\/em>. Paid\u00f3s.<\/p>\n<p>Micherif, B. <em>Eixos de trabalho. Texto de orienta\u00e7\u00e3o da 27\u00aa Jornada da EBP-MG. 2024<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/eixos-de-trabalho\/\">Eixos de Trabalho &#8211; 27\u00aa Jornada EBP-MG (jornadaebpmg.com.br)<\/a>. Acesso em 17 set 2024.<\/p>\n<p>Pacheco, L. <em>A tela do fantasma e a esfolia\u00e7\u00e3o do imaginario. Texto de orienta\u00e7\u00e3o da 27\u00aa Jornada da EBP-MG. 2024<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/a-tela-do-fantasma-e-a-esfoliacao-do-imaginario\/\">A Tela do Fantasma e a Esfolia\u00e7\u00e3o do Imagin\u00e1rio &#8211; 27\u00aa Jornada EBP-MG (jornadaebpmg.com.br)<\/a>. Acesso em 17 set 2024.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][vc_column_text uncode_shortcode_id=&#8221;710223&#8243;]<strong>NOTAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>Pacheco, L. <em>A tela do fantasma e a esfolia\u00e7\u00e3o do imaginario. Texto de orienta\u00e7\u00e3o da 27\u00aa Jornada da EBP-MG. 2024<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/a-tela-do-fantasma-e-a-esfoliacao-do-imaginario\/\">A Tela do Fantasma e a Esfolia\u00e7\u00e3o do Imagin\u00e1rio &#8211; 27\u00aa Jornada EBP-MG (jornadaebpmg.com.br)<\/a>. Acesso em 17 set 2024.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Miller, J.-A. <em>El ultim\u00edssimo Lacan<\/em> (2006-2007). \u00a0Buenos Aires: Paid\u00f3s. 2014<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Micheriff, B. <em>Eixos de trabalho. Texto de orienta\u00e7\u00e3o da 27\u00aa Jornada da EBP-MG. 2024<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/eixos-de-trabalho\/\">Eixos de Trabalho &#8211; 27\u00aa Jornada EBP-MG (jornadaebpmg.com.br)<\/a>. Acesso em 17 set 2024.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Freud, S. (1976<em>). Uma crian\u00e7a \u00e9 espancada. <\/em>In Freud, S. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. Imago. v. 17 (Trabalho original \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 publicado em1919).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Lacan, J. (1999). <em>O semin\u00e1rio, livro 5: as forma\u00e7\u00f5es do inconsciente<\/em>. Jorge Zahar (Trabalho original publicado em 1957\u20131958).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Lacan, J. <em>O semin\u00e1rio, livro 14: <\/em>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2024. (Trabalho original publicado em 2023)<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> <em>Id. <\/em>p.351<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Lacan, J. (1985). <em>O semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise<\/em>. Jorge Zahar (Trabalho original publicado em 1963-1964)<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> <em>Id.<\/em>p.93<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> <em>Ibid<\/em>. p.98<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> <em>Ibid. <\/em>p.91<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column column_width_percent=&#8221;30&#8243; align_horizontal=&#8221;align_center&#8221; gutter_size=&#8221;3&#8243; overlay_alpha=&#8221;50&#8243; shift_x=&#8221;0&#8243; shift_y=&#8221;0&#8243; shift_y_down=&#8221;0&#8243; z_index=&#8221;0&#8243; align_medium=&#8221;align_center_tablet&#8221; medium_width=&#8221;2&#8243; align_mobile=&#8221;align_center_mobile&#8221; mobile_width=&#8221;6&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;654255&#8243;][vc_single_image media=&#8221;565&#8243; media_width_percent=&#8221;70&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; uncode_shortcode_id=&#8221;176537&#8243; media_link=&#8221;url:https%3A%2F%2Fwww.jornadaebpmg.com.br%2F2024%2Fwp-content%2Fuploads%2F2024%2F10%2FLuz-e-cenario-%E2%80%93-Comentario-sobre-o-relatorio-A-tela-do-fantasma-e-a-esfoliacao-do-imaginario-Eixo-2.pdf|target:_blank&#8221;][vc_custom_heading text_color=&#8221;color-nhtu&#8221; heading_semantic=&#8221;h3&#8243; text_font=&#8221;font-175522&#8243; text_size=&#8221;h4&#8243; uncode_shortcode_id=&#8221;137017&#8243; text_color_type=&#8221;uncode-palette&#8221;]Para baixar o arquivo, abra o PDF em nova aba.[\/vc_custom_heading][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Henri Kaufmanner<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":206,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-796","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-textos"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/796","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=796"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/796\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":801,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/796\/revisions\/801"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media\/206"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=796"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=796"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=796"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}