bússola
Usos e desusos da linguagem e dos objetos
Suzana Faleiro Barroso (EBP/AMP)
“Cansadas de estar contraídas durante todo o inverno, as árvores de repente se vangloriam de ter sido enganadas. Não podem mais segurar: soltam suas palavras, um fluxo, um vômito de verde. Empenham-se em chegar a uma folheação completa de palavras. […] Lançam, pelo menos acreditam nisso, qualquer tipo de palavras, lançam ramos para neles dependurar mais palavras. […] Acreditam poder dizer tudo, cobrir inteiramente o mundo de palavras variadas: não dizem senão ‘as árvores’.” (PONGE, 2022, p. 30)
Ao abordarmos o Eixo 1: “Separar”, da 28ª Jornada da Seção Minas, Psicanálise: modos de usar, uma pergunta me pareceu pertinente ao tema. Como operamos com o binômio alienação/separação no tempo de um certo declínio da linguagem? E quais seriam as consequências desse declínio para o inconsciente e para a psicanálise?
Sobre o declínio da linguagem e lalíngua
Declínio da linguagem é a hipótese lançada por Byung-Chul Han (2023) no seu livro A crise da narração e que, de imediato, nos interpela. Descrevendo o significado de narrar como vincular, o autor diz que aquele que narra mergulha na vida e tece novos fios entre os acontecimentos na sua interioridade. Com isso, uma densa rede de relacionamentos é formada viabilizando o sentido a ser dado às contingências. Ele demonstra como o império atual da informação, no qual as crianças foram transformadas em seres virtuais, promove a queda da narrativa.
“A informação representa o estágio de declínio absoluto da linguagem” (HAN, 2023, p. 84). Atualmente, diz o filósofo coreano, percebemos o mundo principalmente em termos de informação, e não de experiência. Inspirado em Walter Benjamin, B.-C. Han indica como as informações e a pobreza da experiência andam juntas. Elas não têm distância nem extensão. Elas “desauratizam”[1] e desencantam o mundo. “A linguagem perde completamente sua aura quando se transforma em informação” (HAN, 2023, p. 84).
O suposto declínio da linguagem e a ascensão da informação estão correlacionados ao domínio do discurso da ciência em nossa época e atinge a subjetividade. Como isso impacta na narrativa fantasmática do sujeito, que estrutura e enquadra sua relação com a realidade? Seria então a “nova alienação” um dos efeitos do declínio da linguagem?
A precariedade da transmissão perturba a alienação do sujeito ao campo do Outro. Cotidianamente, verificamos como os significantes da transmissão familiar, da alienação do sujeito vêm sendo totalmente rebaixados em prol das certezas provenientes das medidas neuropsicológicas. Apostilas cheias de gráficos e medidas resultantes de testes neuropsicológicos são carregadas pelos pais quase como um álibi, visto que seu dizer se apaga sob o poder ilusório da certeza científica. Eles demonstram o impacto do que elaboramos como a “nova alienação”, isto é, um saber unívoco que constrange o discurso familiar e obtura a via discursiva do inconsciente.
Com as noções de alienação e de separação, Lacan logificou as relações do sujeito ao Outro, construindo esse aparelho simbólico da subjetividade, que se encontra em debate na 28ª Jornada da EBP-MG.
Podemos tomar o fort-da como paradigma das operações de constituição do sujeito, a alienação e a separação, e extrair daí uma clínica do fort-da, isto é, uma clínica das relações do sujeito com o significante e com o objeto. O par fort-da corresponde ao par S1 – S2, necessário para definir a estrutura do Outro. O ato da criança, aparentemente ingênuo, é um ato de palavra que anula o objeto e implica uma cessão de gozo acarretada pela entrada no discurso. “Se é verdade que o significante é a primeira marca do sujeito, como não reconhecer aqui […] que o objeto ao qual essa oposição se aplica em ato, o carretel, é ali que devemos designar o sujeito” (LACAN, 1964/1985, p. 63).
A oposição de dois significantes, S1 e S2, inscreve, repetidamente, a perda do objeto inaugural do sujeito dividido. A relação do sujeito com o saber articulado, o S2, funda-se aí, na entrada no discurso. O saber faz borda no furo introduzido pela marca traumática imposta pela linguagem sobre o ser vivente.
Uma nova articulação do saber é promovida pela linguagem científica a partir, fundamentalmente, das “puras verdades numéricas” (SOLANO-SUÁREZ, 2011, p. 29), isto é, da manipulação do número como tal, a exemplo dos parâmetros estatísticos com os quais as pessoas vêm sendo avaliadas.
Ao funcionar sobretudo com pequenas letras, com cifras mais do que com significantes, a linguagem da ciência pode “neutralizar todas as outras funções do discurso e, em particular, o S1 e o S2 como produtores de sentido” (AFLALO, 2012, p. 44). Disso pode resultar o congelamento da lógica binária do significante e, dessa maneira, o incentivo ao império do Um, típico da solidão autística, que vem sendo tomada como modelo da nossa civilização.
Vinícius Lima, no texto “Uma alienação sem Outro”,[2] discute a noção de “nova alienação” a partir do Seminário 14, A lógica do fantasma, e resgata uma passagem de Lacan (1966-67/2003, p. 324) na resenha desse Seminário, a saber: o sujeito “imagina ser senhor de seu ser, isto é, não ser linguagem”. A consideração de Miller, em Los cuatro de Lacan (2021), é que essa escolha primária pelo ser acarreta o desconhecimento do sujeito como efeito de linguagem, pois imaginar-se mestre de seu ser é manter seu ser de identidade, resultando em um sujeito sem inconsciente.
Encontramos no texto de Vinícius Lima uma proposta interessante, qual seja, fazer uma leitura do uso contemporâneo da linguagem, que, favorecendo cada vez mais o apoio no próprio ser, exclui progressivamente o Outro, engendrando sujeitos sem inconsciente. Temos então algumas formulações a serem pesquisadas a partir dessa proposta, isto é, o “senhor de si” da “nova alienação”, o “mestre do discurso”, típico da psicose, e, podemos acrescentar, o “mestre da linguagem”, que Lacan (1953-54/1979, p. 102) atribuiu ao autismo.
Ao que parece, a alienação sem o Outro perturba as operações de alienação e de separação. O deslocamento do lugar do saber do Outro ao Outro digital, que se constata pela paixão recentemente despertada pela IA, também parece ter o mesmo efeito de favorecer a rejeição do inconsciente. Tende-se a suturar o inconsciente em suas duas dimensões, isto é, a dimensão de determinação do discurso do Outro que nos aliena e o inconsciente em sua dimensão de ato, de irrupção, de contingência.
Verificamos então uma redução das condições discursivas para a manifestação do inconsciente-surpresa, tal como está descrito no Seminário, livro 11: os conceitos fundamentais da psicanálise, a saber, “aquilo pelo que o sujeito se sente ultrapassado, pelo que ele acaba achando ao mesmo tempo mais e menos do que esperava” (LACAN, 1964/1985, p. 30), isso que se encontra e que torna a escapar de novo instaurando a dimensão da perda.
Considerando o último ensino de Lacan, não estamos entre os que se afligem com um declínio da linguagem. Ele nos propôs uma renovação da clínica psicanalítica a partir da orientação do real. Essa orientação está à altura da subjetividade de nossa época.
Todo o aparelho simbólico construído a partir da alienação e da separação para dar conta da lógica da constituição subjetiva no Seminário 20, Mais, ainda (LACAN, 1972-73/1985) passa a se chamar aparelho da linguagem. Este constitui, de fato, uma montagem situada com relação ao gozo primário de lalíngua. Por não comportar a dimensão do sentido, lalíngua altera todo o panorama das relações do sujeito ao Outro e até mesmo a definição do Outro.
As noções de falasser, de sintoma como acontecimento de corpo e de inconsciente real são norteadoras dessa renovação da clínica psicanalítica. Transferência e interpretação, pilares do método psicanalítico freudiano, vêm sendo revisitadas à luz das noções de falasser e do inconsciente lacaniano. O foco da interpretação se desloca pois da sua relação com a estrutura de linguagem para a relação com lalíngua.
O último ensino de Lacan é mais realista por não se regular pela linguagem, mas por lalíngua, concebida como uma secreção de um certo corpo e que se ocupa menos dos efeitos de sentido (eles existem) que desses efeitos que são afetos […] O que Lacan chama de sinthoma […] é o afeto como irredutível ao efeito de sentido. (LAURENT, 2016, p. 79)
Como matéria-prima do sinthoma, lalíngua constitui o material infantil por excelência, pois concerne ao corpo libidinal do falasser. Lalíngua nos constitui na via do equívoco e das suas ressonâncias sobre o corpo.
É a psicanálise e a poesia, principalmente, que se interessam por lalíngua. O discurso da ciência é um dos modos de tratar a lalíngua. “A linguagem é apenas aquilo que o discurso científico elabora para dar conta do que chamo de lalíngua” (LACAN, 1972-1973/1985, p. 188).
O texto “O engano do sujeito suposto saber” traz uma advertência de Lacan (1967/2003) ao indicar que, diferentemente do discurso corrente, o inconsciente é pouquíssimo tranquilizador, visto que sua dimensão de equívoco diz respeito ao que não pode ser encontrado no saber articulado. Trata-se do inconsciente captado em uma equivocação, “aquilo que se pode designar o tema de cada um, aquilo que anima cada um” (MILLER, 2011), advindo do encontro do corpo e do significante como acontecimento de gozo. É a forma como o sujeito foi impregnado por lalíngua, marca de uma singularidade absoluta que imprime um modo de gozo próprio.
Encontrar a via do equívoco implica o percurso lacaniano que vai da noção de Outro à noção de Um, do inconsciente como saber ao inconsciente real. Onde estava o Outro, como lugar dos significantes, aparece como ponto de partida o Um sozinho, que destaca a ressonância corporal da palavra, eco do dizer no corpo.
O uso dos objetos e a hibridização do sujeito contemporâneo
Enquanto a alienação – a nova ou a antiga – implica o sujeito do inconsciente e qualifica posições subjetivas, a separação recai sobre o objeto. Um certo desuso da linguagem é concomitante em maior ou menor grau à ascensão do uso dos objetos.
Diante do fracasso estrutural do discurso na captura do real do corpo, nossa civilização se especializa em técnicas, instrumentos e artifícios supostamente capazes de erradicar o mal-estar inerente à disjunção entre palavras e corpos. Busca-se anular a disjunção entre o sujeito e o eu, entre a palavra e a coisa, entre a linguagem e ela mesma.
Desse modo, a ciência tem sido cada vez mais sofisticada para ampliar a extensão do organismo por meio dos objetos mais-de-gozar captadores da libido. São “objetos do capitalismo pulsional” (LACADÉE, 2014), que constituem a bússola do falasser e mostram como, sob o comando do supereu, o querer gozar toma assim o lugar de um querer dizer e de um desejo de saber.
Daniel Roy (2026), no artigo “A criança e seus objetos”, nos mostra como a criança nos ensina sobre o uso dos objetos. O psicanalista diferencia três funções do objeto a, quais sejam, objeto a separador, objeto a como agalma e objeto a como núcleo elaborável do gozo. Nesse último caso, os objetos também dão existência e autoridade ao objeto gozo, que abre um acesso direto ao mais-de-gozar, abalando a defesa dos semblantes do Outro da linguagem e do Outro do corpo, elaborados diante do real.
O falasser se serve dos objetos, dos quais faz vários usos, seja para temperar o sofrimento da perda, seja para tratar o gozo, fazer uma borda ao corpo ou se defender do real angustiante.
Marie-Hélène Brousse (2018), em seu artigo “Le triomphe des objets”, discute o destino dos objetos na civilização hipermoderna. O triunfo dos objetos, que decorre da ditadura do mais-de-gozar, se impôs perante a queda dos significantes mestres da vida pulsional, que antes eram correlacionados ao regime de gozo edipiano.
A psicanalista retoma de Jacques-Alain Miller o debate sobre o fator de hibridização decorrente do declínio dos significantes mestres e presente em vários espaços da civilização, tais como a economia, a política, etc. No campo da economia, o incentivo ao autoempreendedorismo testemunha o empuxo ao Um sozinho. No campo da política, já não se distingue mais as fronteiras entre os homens de direita e os de esquerda, visto que ambos se encontram reconciliados com o consumo, demonstrando a aliança do capital e da ciência. Nas palavras de Miller (2003, p. 4) “o Homem de esquerda é desde então um híbrido, ou melhor, uma multiplicidade de híbridos”.
A clínica dos sujeitos contemporâneos, nos diz Brousse (2018), demonstra que eles são construídos por uma lógica de hibridização entre o significante e o objeto, o que não fica sem consequências sobre a função da castração. O sujeito do inconsciente é contaminado pelo sujeito objetivado da ciência. Ela acrescenta que o autêntico objeto contemporâneo é o dejeto, destino necessário ao uso dos gadgets, das máquinas, dos corpos. Contudo, é um objeto do qual a psicanálise sabe se servir.
No livro A sociedade do sintoma, Laurent (2007) recorre a Heidegger para dizer que, para a psicanálise, não se trata de rejeitar a visão científica, nem os objetos da técnica, visto que dependemos deles. Trata-se de dizer “sim” e “não” a um só tempo e, no que diz respeito ao gozo, reenviar o sujeito à sua particularidade. É o que a prática dos analistas, por meio das vinhetas clínicas discutidas no Seminário Preparatório da Jornada, nos ensinou: isto é, dizer “sim” ao modo de gozo que sustenta o ser e, ao mesmo tempo, dizer “não”, reenviando o sujeito à sua divisão.
A elaboração do objeto a no Seminário 10, A angústia, permite outra leitura da separação, que ganhará aí a primazia em relação à alienação. Essa leitura me pareceu bem oportuna para uma clínica da alienação sem o Outro, na qual o ser de gozo satura a divisão subjetiva. Nesse Seminário, o Édipo aparece como elucubração de saber sobre a separação, e esta define uma primeira operação sobre os objetos, anterior à incidência da castração sobre eles. Seguindo essa lógica, a separação está no registro da automutilação, enquanto a castração é uma heteromutilação, visto que esta última implica o Outro da estrutura edipiana.
O objeto a é apreendido pelo significante como extração corporal e indica uma lógica encarnada, cuja consistência é a de um furo, tal como se pode ler na citação que se segue sobre o fort-da:
A hiância introduzida pela ausência desenhada, e sempre aberta, permanece causa de um traçado centrífugo no qual o que falha não é o outro enquanto figura em que o sujeito se projeta, mas aquele carretel ligado a ele próprio por um fio que ele segura — onde se exprime o que, dele, se destaca nessa prova, a automutilação a partir da qual a ordem da significância vai se pôr em perspectiva. (LACAN, 1964/1985, p. 63)
Nesse contexto, o carretel do jogo do fort-da não é a mãe que parte e deixa a criança, e sim o objeto a. O que está em jogo é o exílio do falasser em relação à parte de si mesmo que nenhuma identificação simbólica e/ou imaginária consegue representar. O objeto vem no lugar da Coisa – isto é, o vazio central do objeto –, ao mesmo tempo excluída e integrada às representações, ao mesmo tempo interna e externa à cadeia associativa, profundamente íntima e radicalmente estranha ao sujeito. Trata-se da “separação não do outro, mas a separação de si mesmo. Uma separação em si. Isso é, se tornar exilado de si mesmo, não mais acreditar demais nesse si mesmo que pensamos ser” (ANSERMET, 2026, p. 24).
No discurso psicanalítico, é o analista quem consente em estar no lugar de objeto, objeto como causa e agente do trabalho do analisante, ao sustentar a dimensão de equivocidade do inconsciente.
Referências
AFLALO, A. O assassinato frustrado da psicanálise. Tradução de Vera Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Ed. Contracapa, 2012.
ANSERMET, F. Renascer para a linguagem: de um exílio a outro. Curinga, n. 61, p. 20-25, 2026.
BROUSSE, M.-H. Le triomphe des objets. Lacan Quotidien, n. 806, dez. 2018. Disponível em: Acesse aqui. Acesso em: 9 jul. 2026.
HAN, B.-C. A crise da narração. Tradução de Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes, 2023.
LACADÉE, P. A bússola do sim e do não. Cien Digital, n. 16, nov. 2018. Disponível em: https://ciendigital.com.br/index.php/2018. Acesso em: 9 jul. 2026.
LACAN, J. O Seminário, livro 1: Os escritos técnicos de Freud. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller; tradução de Betty Milan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1979. (Trabalho original proferido em 1953-54).
LACAN, J. O Seminário, livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller; tradução de M. D. Magno. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985. (Trabalho original proferido em 1964).
LACAN, J. O Seminário, livro 20: Mais, ainda. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller; tradução de M. D. Magno. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985. (Trabalho original proferido em 1972-73).
LACAN, J. A lógica da fantasia. In: Outros escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003, p. 323-328. (Trabalho original proferido em 1966-67).
LACAN, J. O engano do sujeito suposto saber. In: Outros escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003, p. 329-340. (Trabalho original proferido em 1967).
LACAN, J. O Seminário, livro 14: A lógica do fantasma. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller; tradução de Teresinha N. Meirelles do Prado; versão final de Angelina Harari. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2024. (Trabalho original proferido em 1966-67).
LAURENT, É. A sociedade do sintoma: a psicanálise, hoje. Tradução Vera Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2007.
LAURENT, É. O avesso da biopolítica: uma escrita para o gozo. Tradução de Sérgio Laia; colaboração de Leonardo Scofield e Vera Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2016.
MILLER, J.-A. O túmulo do Homem de esquerda. Correio – Revista da Escola Brasileira de Psicanálise, n. 42, p. 2-6, 2003.
MILLER, J.-A. O ser e o Um. 2011. (Inédito).
MILLER, J.-A. Los cuatro de Lacan, 1, 2, 3, 4. Buenos Aires: Paidós, 2021.
PONGE. F. Partido das coisas. Tradução de Adalberto Müller. São Paulo: Ed. Iluminuras, 2022.
ROY, D. As crianças e seus objetos. Cien Digital, n. 26, 7 abr. 2026. Disponível em: https://ciendigital.com.br/index.php/2026/04/07/as-criancas-e-seus-objetos/?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 9 jul. 2026.
SOLANO-SUÁREZ, E. Aletosfera. In: ASSOCIAÇÃO MUNDIAL DE PSICANÁLISE. Scilicet: A ordem simbólica no século XXI não é mais o que era – Quais as consequências para o tratamento? Belo Horizonte: Scriptum, 2011, p. 28-30.
[1] Han faz uso de Entauratisierung, conceito de Walter Benjamin que significa “desauratização” ou “perda da aura”.
[2] Texto de circulação restrita apresentado no cartel do Eixo 1 da 28ª Jornada, “Separar”, composto por: Cristiana Pittella, Daniela Viola, Frederico Feu, Luís Couto, Maria de Fátima Ferreira, Sérgio Laia (Mais-Um) e Vinícius Lima.


